
Minha avó Landa era daquelas que muitas vezes o silêncio do lábios ocultavam a sagacidade que o olhar deixava transparecer. Quando eu perguntei a ela sobre uma lembrança da sua infância, ela me respondeu:
A cozinha ficava fora da casa e enquanto minha mãe trabalhava no fogão, eu bricava no quintal. O que eu mais gostava era de como o reflexo dourado do sol no latão de cobre atravessava os pontos de crochê da toalinha amarela que minha mãe tinha feito pra mim.
Mas também não perdia uma farrinha!! Ê D. Holanda!!

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